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terça-feira, 11 de agosto de 2020

O engraxate

Todas as manhãs, o CEO de um grande banco em Manhattan vai até a esquina onde uma engraxadora está sempre parada.

Ele se senta no sofá, lê o Wall Street Journal e o engraxate dá aos seus sapatos uma aparência brilhante e ótima.

Certa manhã, o engraxate pergunta ao CEO:
- O que você acha da situação do mercado de ações?

O Diretor pergunta a ele com arrogância:
- Por que você está tão interessado nesse assunto?

- Tenho um milhão de dólares em seu banco e estou pensando em investir parte do dinheiro no mercado de capitais - diz o engraxate.

- Qual é o seu nome?  –Pergunta ao Diretor.
- John Smith H.

O Diretor chega ao banco e pergunta ao Gerente do Departamento de Cliente:
- Temos um cliente chamado John Smith H.?

- Certamente – responde o Gerente de Atendimento – É um cliente muito estimado.  Ele tem um milhão de dólares em sua conta.

O diretor sai, se aproxima do engraxate e diz:
- Sr. Smith, peço que na próxima segunda-feira seja o convidado de honra de nossa reunião de diretoria e nos conte a história de sua vida.  Tenho certeza de que teremos algo a aprender com você.

Na reunião do conselho, o Diretor Executivo o apresenta aos membros do conselho:
- Todos nós conhecemos o Sr. Smith, que faz nossos sapatos brilharem no canto;  Mas o Sr. Smith também é nosso estimado cliente, com um milhão de dólares em sua conta.  Eu o convidei para nos contar a história de sua vida.  Tenho certeza que podemos aprender com ele.

O Sr. Smith começou sua história:
- Vim para este país há cinquenta anos como um jovem imigrante da Europa com um nome impronunciável.  Saí do navio sem um tostão.  A primeira coisa que fiz foi mudar meu nome para Smith.  Eu estava com fome e exausto.  Comecei a vagar em busca de trabalho, mas sem sucesso.  De repente, encontrei uma moeda na calçada.  Comprei uma maçã.  Eu tinha duas opções: comer a maçã e saciar minha fome ou abrir um negócio.  Vendi a maçã por dois dólares e comprei duas maçãs com o dinheiro.  Eu também os vendi e continuei no negócio.  Quando comecei a acumular dólares, consegui comprar um conjunto de pincéis e esmaltes usados ​​e comecei a limpar sapatos.  Não gastei um centavo com diversão ou roupas, só comprei pão e queijo para sobreviver.  Economizei centavo a centavo e depois de um tempo comprei um novo conjunto de pincéis e pomadas para sapatos em tons diferentes e aumentei minha clientela.  Eu vivia como um monge e economizava centavo por centavo.  Depois de um tempo, consegui comprar uma poltrona para que meus clientes pudessem sentar-se confortavelmente enquanto eu limpava os sapatos, o que me trouxe mais clientes.  Não gastei um centavo com os prazeres da vida.  Continuei economizando cada centavo.  Há alguns anos, quando o anterior engraxate da esquina decidiu se aposentar, eu já havia economizado dinheiro suficiente para comprar o ponto neste grande lugar.

Finalmente, três meses atrás, minha irmã, que era puta em Chicago, faleceu e me deixou um milhão de dólares.

terça-feira, 7 de novembro de 2017

O segredo

Um cliente foi a um hotel e perguntou ao proprietário:
- O quarto 33 está vazio?
O dono do hotel respondeu que sim, estava vazio.
Ele perguntou se poderia apenas reservar para uma noite e dono respondeu que sim mas antes de subir fez um pedido ao proprietário:
-Uma faca preta e uma linha de seda branca de 33 cm de comprimento e uma laranja pesando 66 gramas

O dono admirou-se pelos estranhos pedidos mas arranjou-os. Ele não pediu comida, bebida ou qualquer outra coisa...
Felizmente, o quarto do dono do hotel ficava no andar debaixo do quarto 33 e depois da meia-noite ouviu sons muito estranhos como se fossem animais, e vozes! Sentiram-se sons abafados de alguém batendo...

De manhã e antes de o cliente sair o proprietário do hotel pediu para verificar o quarto mas encontrou tudo impecável. O fio de seda e a faca preta na mesa, a laranja inteira, e tudo no lugar...

O cliente pagou a conta da noite e deu mais gorjeta do que os outros clientes.

Passou-se um ano e o dono do hotel esqueceu-se do assunto... A 1 de março do ano seguinte ficou surpreso com o mesmo homem!
Quando o viu, ele lembrou-se do que tinha acontecido no ano anterior...
O cliente voltou a solicitar o quarto 33, uma faca negra, um fio de seda de 33 cm e uma laranja de 66 gramas...
O dono do hotel decidiu ficar acordado para ver se descobria tal mistério... Após a meia-noite, começaram os mesmos sons que tinha ouvido no ano anterior... mas desta vez mais alto. Pela manhã o cliente saiu e pagou a conta e deu uma boa gorjeta.

O proprietário do hotel ficou ainda mais intrigado! E a seleção do quarto nº 33?... E a faca preta?... E o peso da laranja?... E o comprimento da linha de seda?... Ao longo do ano ele esperou, ansioso, pelo mês de março...

E, na manhã do dia 1 de março, pelo terceiro ano consecutivo, lá apareceu o cliente e pediu as mesmas coisas... O dono do hotel ficou acordado, disposto a descobrir o mistério, mas sem resultados... os mesmos sons foram ouvidos sempre com maior intensidade. Pela manhã antes do cliente sair, quando veio pagar a conta, o dono do hotel disse que queria saber o que se passava.

O cliente respondeu:
"Se eu lhe disser o segredo promete não contar a ninguém"?

O proprietário do hotel disse:
"Eu prometo, não falo a ninguém, não importa o que me disser. Juro"!

E, de fato, o dono do hotel não contou a ninguém...
Ninguém, até hoje, sabe o que se passou! Nem eu sei o segredo, e estou morrendo de curiosidade...!

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Eva e a serpente

No início, Eva não queria comer a fruta.
- Come — disse a serpente astuta! — e serás como os anjos!
- Não — respondeu Eva. Virando a cara para o lado!

- Terás o conhecimento do Bem e do Mal — insistiu a víbora.
Ela cruzou os braços, olhou bem na cara da serpente e respondeu firme:
- Não!

- Serás imortal.
- Não! Já disse!

- Serás como Deus!
- Não, e não! Já disse que não!

Irritadíssima, quase enfiando a fruta goela de Eva abaixo, a serpente já estava desesperada e não sabia mais o que fazer para que aquela mulher, de princípios tão rígidos e personalidade tão forte comesse a fruta. Até que teve uma ideia, já que nenhum dos argumentos haviam funcionado...

Ofereceu novamente a fruta e disse com um sorrisinho maroto:
- Come, boba... EMAGRECE!
Foi tiro e queda!

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Histórias para crianças?!?

Cheguei à conclusão que a origem de nossas neuroses está em nossos heróis da infância, que foram os exemplos que tivemos:

Cinderela: só chegava em casa à meia noite e sem um sapato... Muito doida!

João e Maria: foram abandonados pelos pais na floresta.

Chapeuzinho Vermelho: andava sozinha pela floresta e falava com lobo mau. Sua velha avó morava sozinha em uma cabana na floresta.

Tarzan: corria pelado na selva e morava, literalmente, com uma macaca...

Aladim: era um ladrão vagabundo que só ficou "cheio da grana" porque achou o gênio da lâmpada...

Batman: dirigia a 320 km/h!

Salsicha: via fantasmas e conversava com um cachorro (Freud ia amar isso!)

Zé Colméia e Catatau: eram cleptomaníacos, pois roubavam cestas de picnic...

Pinocchio: era mentiroso pra cacete!

Bela Adormecida: não trabalhava e só queria saber de dormir.

Branca de Neve: "a santinha" morava, numa boa, com 7 homens (todos menores!)

Olívia Palito: anoréxica e ninguém falava nada!

Popeye: o primeiro a "se bombar" numa Academia, se empanturrar de energético em lata e ainda fumar um matinho bem suspeito!

Super Homem: doidão, via através das paredes, voava mais rápido que um avião e colocava a cueca por cima da calça.

Tio Patinhas: sovina, não abria a mão, nem para jogar peteca...

Margarida: dizia que namorava o Pato Donald, mas também saía com o Gastão.

Caramba!!! Como querem que sejamos normais?

segunda-feira, 11 de março de 2013

Reclamações

Deus criou o mundo em 7 dias e depois dedicou-se a ouvir as reclamações.

A primeira foi a girafa:
- Deus! Que sacanagem é esta? Este meu pescoço enorme é ridículo!
- Calma dona Girafa! Tudo foi bem pensado. Com esse pescoço comprido, além de sra. poder comer as folhas mais tenras, vai poder perceber a aproximação do inimigo antes dos outros e assim se defender.
A girafa ouviu e ficou convencida de que Deus, afinal, tivera uma boa idéia.

Depois entrou o elefante, injuriado:
- Puxa vida, Deus! Eu sou enorme de gordo e tenho esta tromba toda na minha cara. Isto é sacanagem!
Pacientemente, Deus explicou:
- Com esse tamanho todo, nem o Leão, que é o rei da selva, terá coragem de te enfrentar e, além do mais, graças a essa tromba, você é o único animal que pode tomar banho de chuveirinho...
O elefante ponderou e chegou à conclusão que Deus tinha razão.

O Terceiro bicho da fila era a galinha, que já entrou metendo o pé na porta:
- Nem vem com explicações! Ou aumenta o cu, ou diminui o ovo!

Colado do Nenel Vieira
http://consciencia-urbana.blogspot.com.br

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Saga humana

Deus criou o burro e lhe disse:
— Serás burro, trabalharás incansavelmente de sol a sol, carregarás alforjes nas costas, comerás capim no pasto, não terás inteligência e viverás 30 anos.
O burro respondeu:
— Farei tudo isso, porém, viver 30 anos é demais,... dá-me somente 10 anos!
Assim fez Deus...

Deus criou o cachorro e lhe disse:
— Serás um cachorro, cuidarás da casa dos homens e serás seu melhor amigo, comerás a comida que te derem e viverás 20 anos.
O cachorro respondeu:
— Farei tudo isso, porém viver 20 anos é demais,... dá-me somente 10 anos!
E assim fez Deus...

Deus criou o macaco e lhe disse:
— Serás um macaco, saltarás de uma copa a outra das árvores, fazendo palhaçadas simpáticas, serás divertido e viverás 20 anos.
O macaco respondeu:
— Farei tudo isso, porém viver 20 anos é demais,... dá-me somente 10 anos!
E assim fez Deus...

Finalmente Deus criou o homem e lhe disse:
— Serás homem, o único ser racional sobre a face da terra, usarás tua inteligência para subjugar aos demais animais da natureza, dominarás o mundo e viverás 30 anos.
O homem respondeu:
— Serei o mais inteligente dos animais, dominarei o mundo, porém viver 30 anos é pouco, Senhor, dá-me os 20 anos que recusou o burro, os 10 anos do cachorro e os 10 do macaco!
E assim fez Deus...

Por isso, o homem vive 30 anos como homem, se casa e passa a viver 20 anos como burro, trabalhando de sol a sol e carregando tudo sobre os seus ombros, depois se aposenta e passa a viver 10 anos como cachorro, cuidando da casa e comendo o que lhe dão, e então fica velho e vive mais 10 anos como macaco, saltando da casa de um filho para casa do outro e fazendo palhaçadas para divertir seus netos.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O touro

Um caboclo tinha como único patrimônio um touro, que era o maior reprodutor da região. Os fazendeiros locais alugavam o bicho parar "cobrir" suas vacas.

Maravilhados com a eficiência do animal, decidiram comprá-lo, mas o caboclo pediu uma grana absurda. Os fazendeiros não aceitaram a proposta e foram se queixar ao prefeito da cidade.

Este, sensibilizado com o problema, resolveu comprar o animal com o dinheiro da prefeitura, pagando uma fortuna, e registrá-lo como patrimônio municipal. Para comemorar, os fazendeiros e a prefeitura fizeram uma festa imensa na cidade. Chamaram autoridades do estado, técnicos do governo, especialistas em pecuária e trouxeram suas vacas para o touro cobrir. Tudo pronto, colocaram o bicho num curral especial e trouxeram a primeira vaca.

O touro se aproximou preguiçosamente, deu uma cheirada e virou-se para o outro lado.
— Deve ser culpa da vaca — disse um fazendeiro. — Ela é muito magrinha! Na outra ele vai mandar ver... 

Trouxeram outra vaca, uma holandesa, a mais bonita da região. O touro cheirou a vaca e nada.

Preocupado, o prefeito chamou o caboclo e lhe perguntou o que estava acontecendo.
— Não sei... — disse o caboclo. — Ele nunca fez isso antes! Deixa eu conversar com o touro...

E o caboclo, aproximando-se do bicho, perguntou:
— O que há com você? Não tá mais a fim de trabalhar?

E o touro, dando uma espreguiçada:
— Ah, não enche o saco! Agora sou funcionário público!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Os 3 desejos

Uma mulher andava na beira de um rio quando viu um sapo preso em uns galhos, pedindo socorro.

Quando ela chegou perto , ele disse:
- Me salva que eu realizo 3 desejos. Mas tudo que eu der a você, seu marido ganhará 10 vezes mais.

Ela pensou um pouco, mas topou!

- 1º Desejo: Quero ser muuuuito, mas muuuito rica.
- Ok, mas lembre-se que seu marido será 10 vezes mais rico.
- Não tem importância, tudo que é meu é dele, e tudo que é dele é meu...

E ela se tornou muito rica.
- 2º Desejo: Quero ser muuuuito, mas muuuuito bonita.
- Ok, mas a mulherada vai cair em cima do seu marido porque ele vai ser 10 vezes mais bonito que você!
- Não tem problema...

E ela se tornou rica e maravilhosa. Ele também.
- Enfim, o 3º desejo: Quero ter um enfartezinho bem pequenininho... só um susto!
O sapo emudeceu...

terça-feira, 14 de agosto de 2012

O exemplo do burro

Estava havendo a maior suruba na floresta.
Cada bicho transando com qualquer de outra espécie.
O lobo com a gorila, o macaco com a girafa, o jacaré com a hiena, a largatixa com o tatu…

Até que chegou o Leão e deu a maior bronca:
- Ô, pessoal! Assim não pode! Desse jeito vocês vão acabar com o mundo animal. Ou vocês transam com alguém da sua espécie ou façam como burro, que está usando camisinha…

Aí o burro grita do fundo:
- Não é camisinha não… é que a cascavel tá me fazendo uma chupetinha!

segunda-feira, 28 de maio de 2012

O urso e o coelho

Um coelhinho felpudo estava fazendo suas necessidades matinais quando olha para o lado, e vê um enorme urso fazendo o mesmo.

O urso se vira para ele e diz: - Hei, coelhinho, você solta pêlos?
O coelhinho, vaidoso e indignado, respondeu:
- De jeito nenhum, venho de uma linhagem muito boa...

Então o urso pegou o coelhinho e limpou a bunda com ele.



1ª MORAL DA HISTÓRIA
CUIDADO COM AS RESPOSTAS PRECIPITADAS,
PENSE BEM NAS POSSÍVEIS CONSEQÜÊNCIAS ANTES DE RESPONDER!


No dia seguinte, o leão, ao passar pelo urso diz:
- Aí, hein, seu urso! Com toda essa pinta de bravo, fortão, bombado...!

Te vi ontem, dando o rabo prum coelhinho felpudo. Já contei pra todo mundo!!!



2ª MORAL DA MORAL: VOCÊ PODE ATÉ SACANEAR ALGUÉM, MAS LEMBRE-SE QUE SEMPRE EXISTE ALGUÉM MAIS FILHO DA PUTA QUE VOCÊ!

quinta-feira, 5 de abril de 2012

A verdadeira história de Chapeuzinho Vermelho

Chapeuzinho viu uma movimentação num arbusto e foi ver o que era. E lá estava ele, o Lobo Mau!

Ela perguntou:
- Seu Lobo, o senhor por aqui?
- Sim, Chapeuzinho…

- Mas Seu Lobo, pra que esses olhos tão grandes?
- É para te ver melhor!
E o Lobo correu sumindo pela mata.

Mais adiante, Chapeuzinho Vermelho percebe outra movimentação em uma moita e vai verificar. Lá estava novamente o Lobo:
- Seu Lobo! O senhor por aqui novamente?
- Pois é, né, Chapeuzinho…
- Mas Seu Lobo, pra que essas orelhas tão grandes??
- É para te ouvir melhor!

E o Lobo correu sumindo mata adentro…
Mais adiante, novamente uma movimentação em uma moita.
Chapeuzinho vai verificar e encontra novamente o Lobo Mau:
– Seu Lobo, outra vez o senhor por aqui?
– É, né, Chapeuzinho…
– Mas me diga: para que essa boca tão grande?

– É para te mandar tomar no cú, porque eu tô querendo cagar faz um tempão e você não deixa, sua filha da puta…

segunda-feira, 2 de abril de 2012

História do chefe

Quando Deus criou o corpo humano, os Órgãos começaram a discutir sobre quem seria o chefe.

O Cérebro expôs:
“Eu devo ser o chefe já que ordeno o funcionamento de todos vocês”.

Os Olhos argumentaram:
"Nós deveríamos ser os chefes porque guiamos todo o corpo".

O Coração disse:
”Então eu deveria ser o chefe porque levo o sangue para que todos vocês funcionem.

"Neste caso," disse o Estômago: ”eu serei o chefe por que alimento a todos.

As Pernas se declararam chefes porque, segundo elas, transportam todo o corpo.

Enquanto os demais órgãos discutiam o que cada um seriam e sentiam o CU grita:
“EU QUERO SER O CHEFE”,

Todos riram desta tirada que a consideraram a mais despropositada.

Então o cu se declarou o chefe e negou se cagar durante cinco dias.

O Corpo estava bambo,
o Estômago sentia-se mal,
os Olhos nublavam-se,
o Coração ameaçava parar,
as Pernas … tremiam !

Então todos gritaram :
“SALVE O GRANDE CU, O CHEFE DO CORPO!

E DESDE ENTÃO QUALQUER CUZÃO É CHEFE

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Fábula dos burros

Uma vez, num pequeno e distante vilarejo, apareceu um homem anunciando que compraria burros por R$10,00 cada. Como havia muitos burros na região,os aldeões iniciaram a caçada.

O homem comprou centenas de burros a R$10,00, e como os aldeões diminuíram o esforço na caça, o homem anunciou que pagaria R$20,00 por cada burro.

Os aldeões foram novamente à caça, mas logo os burros foram escasseando e os aldeões desistiram da busca. A oferta aumentou então para R$25,00 e a quantidade de burros ficou tão pequena que já não havia mais interesse em caçá-los.

O homem então anunciou que compraria cada burro por R$50,00! Como iria à cidade grande, deixaria seu assistente cuidando da compra dos burros.

Na ausência do homem, seu assistente propôs aos aldeões:
- Sabem os burros que o homem comprou de vocês? Eu posso vendê-los a vocês a R$35,00 cada. Quando o homem voltar da cidade, vocês vendem a ele pelos R$50,00 que ele oferece, e ganham uma boa bolada.

Os aldeões pegaram suas economias e compraram todos os burros do assistente. Os dias se passaram, e eles nunca mais viram nem o homem,nem o seu assistente, somente burros por todos os lados.

ASSIM QUE FUNCIONA O MERCADO DE AÇÕES!

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Nem sempre dá certo...

Era uma vez, um caçador que contratou um feiticeiro para ajudá-lo a conseguir alguma coisa que pudesse lhe facilitar o trabalho nas caçadas.

Depois de alguns dias, o feiticeiro lhe entregou uma flauta mágica que ao ser tocada enfeitiçava os animais, fazendo-os dançar. Desse modo, o caçador teria facilitado a sua ação. Entusiasmado com o instrumento, o caçador organizou uma caravana, convidando dois outros amigos caçadores para a África.

Logo no primeiro dia de caçada, o grupo se deparou com um feroz tigre. De imediato, o caçador pôs-se a tocar a flauta e, curiosamente, o tigre, que já estava próximo de um de seus amigos, começou a dançar. Foi fuzilado a queima roupa.

Horas depois, um sobressalto. A caravana foi atacada por um leopardo que saltava de uma árvore. Ao som da flauta, contudo, o animal transformou-se, de agressivo, ficou manso e dançou. Os caçadores não hesitaram e o mataram com vários tiros. E foi assim flauta sendo tocada, animais ferozes dançando, caçadores matando.

Ao final do dia, o grupo encontrou pela frente, um leão faminto. A flauta soou, mas o leão não dançou. Ao contrário, atacou um dos amigos do caçador flautista, devorando-o. Logo depois, devorou o segundo. O tocador de flauta, desesperadamente, fazia soar as notas musicais, mas sem resultado algum. O leão não dançava. E enquanto tocava, o caçador foi devorado.

Dois macacos, em cima de uma arvore próxima, a tudo assistiam. Um deles observou com sabedoria:
- Eu sabia que eles iam se dar mal quando encontrassem o surdinho...

Moral da História:
Não confie cegamente nos métodos que sempre deram certo: um dia podem não dar!
Tenha sempre um plano de contingência;
Prepare alternativa para as situações imprevistas;
Preveja tudo que pode dar errado e prepare-se;
Esteja atento as mudanças e não espere as dificuldades para agir.
e... "Cuidado com o Leão Surdo"

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Fábula do sapo

A mocinha passeava à beira de um lago, quando, de repente, apareceu um sapo dizendo:

- Olhe, eu sou um professor, solteiro, recém-formado , mas fui transformado em sapo por uma bruxa malvada. Se você me beijar, eu volto ao normal e me caso com você. Seremos felizes para sempre!

A mocinha, toda contente, pegou o sapo e o colocou na bolsa. E foi andando para casa.
O sapo começou a ficar impaciente e perguntou:
- Ei, moça! Quando é que você vai me beijar?

Ela respondeu:
- Nunca! Um sapo falante dá muito mais dinheiro que um marido professor.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Os meninos e o burro

Era uma vez 4 garotinhos, que foram ao campo e compraram de um velho camponês um burro por R$ 100.

O senhor combinou de entregar-lhes o animal no dia seguinte. Porém, no dia da entrega o camponês lhes disse:
- Sinto muito amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já o gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar um burro morto?
- Obviamente não vamos dizer a ninguém que ele está morto.

Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os quatro garotos e lhes perguntou:
- E então, o que aconteceu com o burro?
- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a R$ 2 cada um; e arrecadamos R$ 1.000.
- E ninguém se queixou?
-Só o ganhador, porém lhe devolvemos os R$ 2 e pronto.

Dizem que os garotinhos já cresceram e hoje estão bem de vida! Fundaram uma agência de publicidade, uma igreja e um partido político...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Relações gramaticais explícitas

Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida.

E o artigo era bem definido, feminino, singular. Era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona até; ao contrário dele, um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos.

O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro:
“Ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos.”

Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses quando o elevador recomeça a se movimentar. Só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela.

Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial e rapidamente chegaram a um imperativo: todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.

Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário e ele sentindo seu ditongo crescente. Se abraçaram numa pontuação tão minúscula que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula. Ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa.

Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos ele foi avançando cada vez mais. Ficaram uns minutos nessa próclise e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.

Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal.

Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo, era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.

O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à Língua Portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Sabedoria Árabe

Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar. Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de acariciar os voluptuosos seios da rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, porém, deu-se mal. Um dia, ele revelou seu desejo a Birbal, principal conselheiro do rei, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo. Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro. Amit aceitou o acordo.

No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho. Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado.

Estavam sendo feitas consultas a médicos, quando Birbal disse que apenas uma saliva especial, se aplicada por quatro horas, curaria o mal. Birbal também disse que essa saliva só poderia ser encontrada na boca de Amit.

O Rei Akbar chamou Amit que, pelas quatro horas seguintes, fartou-se em chupar à vontade os suculentos e deliciosos seios da rainha.

Lambendo, mordendo, apertando, acariciando e passando a mão, ele fez o que sempre desejou. Satisfeito, ele se encontrou com Birbal. Com seu desejo plenamente realizado e sua luxúria satisfeita, Amit se recusou a pagar ao conselheiro e, ainda por cima, o escorraçou. Amit sabia que, naturalmente, Birbal nunca poderia contar o fato ao rei.

Mas Amit havia subestimado Birbal. No dia seguinte, por vingança, Birbal colocou o mesmo líquido na cueca do Rei que, imediatamente, mandou chamar Amit...

"Nunca deixe de honrar seus compromissos."
E cuidado com seus 'homens de confiança'