O mineirim Zé, caipira lá di Berlandia entrou no consultório e meio sem jeito foi falando:
- Dotô, o trem não sobi mais.
Já tomei de tudo quanto há de pranta, mas não sobi mais mêsm.
- Ah não, meu amigo Zé. Vou te passar um medicamento que vai deixar você novo em folha.
São cinquenta comprimidos, um por dia.
- Mas dotô, eu sou um homi simples da roça.
Só sei contar té dez nos dedo e mais nada uai..
- Então você vai numa papelaria, compra um caderno de cinquenta folhas.
Cada folha que você arrancar por dia tome um comprimido. Quando o caderno acabar você já vai estar curado. A receita está aqui.
- Brigado dotô. Vou agora mesmo comprar essi tar di caderno.
E logo que saiu do prédio o Zé Caipira avistou de fato uma papelaria ali perto. Entrou, a moça veio atender.
- Moça, eu precisava de um caderno de cinquenta fôia.
- Brochura?..... perguntou a moça
- Médiquim fí duma puta........ Já telefonô pra espaiá meu pobrema!
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segunda-feira, 15 de maio de 2017
quarta-feira, 8 de junho de 2016
Caipirêz é diferente...
- Alô cumpadre, você vem na festa de bebê da minha filha?
- Claro que vô cumpadre. O que você quer que eu leve?
- Pode trazer tudo que é de bebê: cachaça, vodka, whisky, cerveja, ...
- Claro que vô cumpadre. O que você quer que eu leve?
- Pode trazer tudo que é de bebê: cachaça, vodka, whisky, cerveja, ...
sexta-feira, 3 de junho de 2016
Batizado em Minas Gerais
Dona Ivonete foi batizar a filhinha de um ano, e o padre começou o interrogatório:
- Nome ?
- Maria Ambrosina.
- Nome da mãe ?
- Josefina Ivonete... Sô ieu messs!!
- Nome do pai ?
- . . . num posso dizê!!
- Ou diz o nome do pai, ou não batizo.
- Mas seu padre, num posso falá não...
- Ou diz o nome do pai, ou não batizo.
- Tá bão, tá bão...já que é anssim... é o Frei Zé Firmino.
- Uai, sô! E o Frei Zé Firmino tirou a batina ?
- Não... Sigurô cus dente !
- Nome ?
- Maria Ambrosina.
- Nome da mãe ?
- Josefina Ivonete... Sô ieu messs!!
- Nome do pai ?
- . . . num posso dizê!!
- Ou diz o nome do pai, ou não batizo.
- Mas seu padre, num posso falá não...
- Ou diz o nome do pai, ou não batizo.
- Tá bão, tá bão...já que é anssim... é o Frei Zé Firmino.
- Uai, sô! E o Frei Zé Firmino tirou a batina ?
- Não... Sigurô cus dente !
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Calcinha
Uma menina da roça decidiu ir a cidade, mas não tinha calcinha. Então ela pegou um saco de ração que estava no galinheiro e fez uma calcinha.
Quando estava no ônibus de pé e com o vestido curto percebeu que um velho não tirava o olho da calcinha dela.
Incomodada ela diz:
- O Senhor nunca viu uma calcinha?
O velho diz:
- Já vi muitas, mas escrito RAÇÃO PRA PINTO CRESCER é a primeira...
Quando estava no ônibus de pé e com o vestido curto percebeu que um velho não tirava o olho da calcinha dela.
Incomodada ela diz:
- O Senhor nunca viu uma calcinha?
O velho diz:
- Já vi muitas, mas escrito RAÇÃO PRA PINTO CRESCER é a primeira...
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Antônimos caipiras
Dois mineiros jogando antônimos valendo uma pinga:
-Gordo?
-Magro!
-Hômi?
-Muié!
-Preto ?
-Branco!
-Verde !
-Verde ? Nada disso…verde é cor, não tem contrário não!
-Craro que tem, sô !
-E quar que é ?
-Maduro, uai!
- Ai caramba, néquémemo? Vamo de novo valendo mais uma pinga! Agora eu que vô cumeçá!
Podi cumeçá !
-Saúde?
-Duença!
-Moiado?
-Seco!
-Deus?
-Diabo!
-Fumo?
-Quê? Desde quando fumo tem contrário?
-Cê é burro, sô! O contrário de fumo é vortemo!
-Gordo?
-Magro!
-Hômi?
-Muié!
-Preto ?
-Branco!
-Verde !
-Verde ? Nada disso…verde é cor, não tem contrário não!
-Craro que tem, sô !
-E quar que é ?
-Maduro, uai!
- Ai caramba, néquémemo? Vamo de novo valendo mais uma pinga! Agora eu que vô cumeçá!
Podi cumeçá !
-Saúde?
-Duença!
-Moiado?
-Seco!
-Deus?
-Diabo!
-Fumo?
-Quê? Desde quando fumo tem contrário?
-Cê é burro, sô! O contrário de fumo é vortemo!
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Falou sério?
O cara entrou no trem, correu pra janela e gritou para o casal que o acompanhara:
-Tchau, Paulo! Adorei o fim de semana! A tua mulher e ótima de cama, muito boa mesmo!
Intrigado, o passageiro ao lado não conteve a curiosidade.
-Desculpe. Não me leve a mal, mas o senhor disse mesmo pro cara ali que a mulher dele era... boa de cama?
E o outro confessou baixinho:
-Sabe como é... Ela até que é bem ruizinha, mas eu não quis ofender o Paulo...
-Tchau, Paulo! Adorei o fim de semana! A tua mulher e ótima de cama, muito boa mesmo!
Intrigado, o passageiro ao lado não conteve a curiosidade.
-Desculpe. Não me leve a mal, mas o senhor disse mesmo pro cara ali que a mulher dele era... boa de cama?
E o outro confessou baixinho:
-Sabe como é... Ela até que é bem ruizinha, mas eu não quis ofender o Paulo...
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Como a Ritinha
Zé foi no Cabaré e foi logo perguntando pela Ritinha. Mas ela não estava:
- Serve a Maria?
- Serve.
Na cama ele perguntou para Maria:
- Você faz como a Ritinha?
Logo ela pensou as ações valem mas que as palavras e entrou em ação fazendo tudo que sabia.
Mas novamente ele perguntou:
- Você faz como a Ritinha?
Dessa vez ela intensificou a performance e mandou brasa. Ele mais uma vez perguntou:
- Você faz como a Ritinha?
Ela continuou agora de forma mais brutal, e recorreu a objetos e tudo que sabia... Agora ele estará satisfeito, pensou. Ainda bufando de cansado, ele perguntou:
- Você faz como a Ritinha?
- Porra! Já fiz tudo com você... Me diz afinal que diabo a Ritinha faz com você!
- Ela faz fiado...
- Serve a Maria?
- Serve.
Na cama ele perguntou para Maria:
- Você faz como a Ritinha?
Logo ela pensou as ações valem mas que as palavras e entrou em ação fazendo tudo que sabia.
Mas novamente ele perguntou:
- Você faz como a Ritinha?
Dessa vez ela intensificou a performance e mandou brasa. Ele mais uma vez perguntou:
- Você faz como a Ritinha?
Ela continuou agora de forma mais brutal, e recorreu a objetos e tudo que sabia... Agora ele estará satisfeito, pensou. Ainda bufando de cansado, ele perguntou:
- Você faz como a Ritinha?
- Porra! Já fiz tudo com você... Me diz afinal que diabo a Ritinha faz com você!
- Ela faz fiado...
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Para construir uma estrada
Um caipira mineiro vai observar um engenheiro que está trabalhando na construção de uma estrada. O engenheiro está fazendo medições do terreno com um teodolito.
-Taaarde! –começa a prosa o mineiro – prá que ocê tá usando esse trem aí?
-Estou medindo o terreno para a construção de uma estrada que vai passar por aqui. – responde o engenheiro.
-Uai!?? E oceis precisa desse trem pra fazê uma estradica?
-Sim, é necessário. Por que? Vocês aqui em Minas não usam isso para construir estradas?
-Ói, nóis num usa não. Quando a gente qué fazê uma estrada, nóis sorta um burro e vai atrais, seguindo o bicho. Por onde ele passá é o caminho mais fácil pra fazê a estrada…
-Muito engenhoso o método de vocês. Mas como é que se faz se vocês não tiverem o burro? –pergunta o engenheiro.
-Bão, quando é assim, a gente chama us engenheiro.
-Taaarde! –começa a prosa o mineiro – prá que ocê tá usando esse trem aí?
-Estou medindo o terreno para a construção de uma estrada que vai passar por aqui. – responde o engenheiro.
-Uai!?? E oceis precisa desse trem pra fazê uma estradica?
-Sim, é necessário. Por que? Vocês aqui em Minas não usam isso para construir estradas?
-Ói, nóis num usa não. Quando a gente qué fazê uma estrada, nóis sorta um burro e vai atrais, seguindo o bicho. Por onde ele passá é o caminho mais fácil pra fazê a estrada…
-Muito engenhoso o método de vocês. Mas como é que se faz se vocês não tiverem o burro? –pergunta o engenheiro.
-Bão, quando é assim, a gente chama us engenheiro.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Curso para cães
Um rapaz maranhense vai para os Estados Unidos para cursar a Universidade, mas já na metade do 1° semestre acaba o dinheiro que o pai lhe deu.
Aí ele tem uma idéia brilhante.
Telefona ao pai e sai com esta:
- Pai, você não pode acreditar nas maravilhas da moderna educação neste país. Pois não é que aqui eles tem um curso para ensinar os cachorros a falar?
O pai, um sujeito simplório, fica maravilhado:
- E como é que eu faço para que aceitem o Rex aqui de casa?
- É só mandar ele para cá com US$5.000 que eu faço a matrícula.
E o pai, é claro, cai na conversa, e segue a orientação do filho.
Passados mais alguns meses, o rapaz torra a grana e liga outra vez:
- E daí, meu filho? Como vai o Rex?
- Fala pelos cotovelos, pai. Mas agora abriram outro curso aqui, para os cachorros aprenderem a ler.
- Não brinque! E podemos matrícula o Rex?
- Claro! Mande-me US$ 10.000 e deixe comigo!
E o velho, mais uma vez, manda o dinheiro.
O tempo vai passando, o final do ano vai chegando, e o rapaz se dá conta que vai ter que explicar. O cachorro, é claro, não fala uma palavra, não lê coisa nenhuma, enfim, continua como sempre. Sem nenhuma consideração, solta o pobre bicho na rua e pega o avião de volta para casa.
A primeira pergunta do pai não podia ser outra:
- Onde está o Rex? Comprei uma revista sobre animais em inglês, para que ele leia para mim.
- Pai, você não imagina... Já tinha tudo pronto para a viagem de volta, quando vi o Rex no sofá, lendo o New York Times,como fazia todas as manhãs. E aí ele me saiu com esta: "Então, vamos para casa... Como será que está o seu pai? Será que ainda continua comendo aquela viúva que mora na casa da frente, velho comedor seu pai heim?"
E o pai, mais do que rapidamente:
- Mas que cachorro lazarento... espero que você tenha metido uma bala nesse filho da puta, antes que ele venha falar com tua mãe!
- Mas é claro, pai. Foi o que eu fiz!
- Mandou enterrar?
- Foi pai.
- Tome US$20.000 e mande incinerar. Com essas almas sebosas nunca se sabe!
Dizem que o rapaz se formou com louvor, e tornou-se um político de renome no Maranhão, chamado José...
Telefona ao pai e sai com esta:
- Pai, você não pode acreditar nas maravilhas da moderna educação neste país. Pois não é que aqui eles tem um curso para ensinar os cachorros a falar?
O pai, um sujeito simplório, fica maravilhado:
- E como é que eu faço para que aceitem o Rex aqui de casa?
- É só mandar ele para cá com US$5.000 que eu faço a matrícula.
E o pai, é claro, cai na conversa, e segue a orientação do filho.
Passados mais alguns meses, o rapaz torra a grana e liga outra vez:
- E daí, meu filho? Como vai o Rex?
- Fala pelos cotovelos, pai. Mas agora abriram outro curso aqui, para os cachorros aprenderem a ler.
- Não brinque! E podemos matrícula o Rex?
- Claro! Mande-me US$ 10.000 e deixe comigo!
E o velho, mais uma vez, manda o dinheiro.
O tempo vai passando, o final do ano vai chegando, e o rapaz se dá conta que vai ter que explicar. O cachorro, é claro, não fala uma palavra, não lê coisa nenhuma, enfim, continua como sempre. Sem nenhuma consideração, solta o pobre bicho na rua e pega o avião de volta para casa.
A primeira pergunta do pai não podia ser outra:
- Onde está o Rex? Comprei uma revista sobre animais em inglês, para que ele leia para mim.
- Pai, você não imagina... Já tinha tudo pronto para a viagem de volta, quando vi o Rex no sofá, lendo o New York Times,como fazia todas as manhãs. E aí ele me saiu com esta: "Então, vamos para casa... Como será que está o seu pai? Será que ainda continua comendo aquela viúva que mora na casa da frente, velho comedor seu pai heim?"
E o pai, mais do que rapidamente:
- Mas que cachorro lazarento... espero que você tenha metido uma bala nesse filho da puta, antes que ele venha falar com tua mãe!
- Mas é claro, pai. Foi o que eu fiz!
- Mandou enterrar?
- Foi pai.
- Tome US$20.000 e mande incinerar. Com essas almas sebosas nunca se sabe!
Dizem que o rapaz se formou com louvor, e tornou-se um político de renome no Maranhão, chamado José...
quinta-feira, 18 de abril de 2013
A balconista
O mineirinho entra num boteco, e vê anunciando acima do balcão.
Pão de queijo .......................2,00
Sanduiche de galinha ............3,00
Punheta ...............................10,00
Checando na carteira para não passar vergonha, ele vai até o balcão e chama uma das três garotas, que estão servindo bebidas nas mesas (uma morena linda de babar).
- Por favor.
- Sim? -pergunta ela com um sorriso lindo. - Em que posso ajudar?
E ele pergunta:
- É ocê que toca as punhetas?
- Sou - responde a mulher com uma voz sexy.
O mineirinho então retruca:
- Então, ocê lava bem as mão, que eu quero um pão de queijo.
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Eta trem bão!
O mineirinho estava fazendo xixi perto de uma cerca de uma grande fazenda. Um homem que passava pela estrada á pé, observou o que o mineirinho falava enquanto fazia xixi:
— Eta trem bão, sô! Nada como a gente fazê xixi no que é nosso, sô!
O homem curioso aproximou-se do mineirinho e perguntou:
— Boa tarde senhor, desculpe-me eu lhe perguntar mas este fazendão todo é do senhor?
E o mineirinho respondeu:
— Né não senhor, eu tô falando é das minhas botas.
— Eta trem bão, sô! Nada como a gente fazê xixi no que é nosso, sô!
O homem curioso aproximou-se do mineirinho e perguntou:
— Boa tarde senhor, desculpe-me eu lhe perguntar mas este fazendão todo é do senhor?
E o mineirinho respondeu:
— Né não senhor, eu tô falando é das minhas botas.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Treinamento do caipira
O caipira tinha que ir para a cidade grande resolver um problema, mas como não queria passar vergonha, ficou treinando a fala na frente do espelho:
— Paster... paster... paaster... paster...
Dias se passaram.
— Pasterlll... paasterlll... pastel!
Pronto! O treinamento deu certo!
Chegando na rodoviária, foi logo entrando em uma pastelaria:
— Me dê um pastel!
— Pois não, senhor, de qual sabor?
— De parmito, uai!
— Paster... paster... paaster... paster...
Dias se passaram.
— Pasterlll... paasterlll... pastel!
Pronto! O treinamento deu certo!
Chegando na rodoviária, foi logo entrando em uma pastelaria:
— Me dê um pastel!
— Pois não, senhor, de qual sabor?
— De parmito, uai!
terça-feira, 2 de abril de 2013
Mineirinho enólogo
Mineirinho na degustação de vinhos
- Hummm...
- Hummm...
- Eca!!!
- Eca?! Quem falou Eca?
- Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
- Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas e lembranças tropicais atávicas...
- Puta que pariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!
- Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
- Se besta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui ta me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, isso tá!
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor está gripado, é?
- Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então...
- E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no...
- Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!
- Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Hã-hã... Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais!
- Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia lá, ocê tá brincano com fogo...
- Ou, então, um suave fresco!
- Seu moço, tome tento, que a minha mão já está coçando, de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
- Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, memo! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro...
- Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
- E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?
- Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora, ocê pulô o corguim! E é um... e é dois... e é treis! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!
- Hummm...
- Hummm...
- Eca!!!
- Eca?! Quem falou Eca?
- Fui eu, sô! O senhor num acha que esse vinho tá com um gostim estranho?
- Que é isso?! Ele lembra frutas secas adamascadas, com leve toque de trufas brancas, revelando um retrogosto persistente, mas sutil, que enevoa as papilas e lembranças tropicais atávicas...
- Puta que pariu sô! E o senhor cheirou isso tudo aí no copo?!
- Claro! Sou um enólogo laureado. E o senhor?
- Se besta, eu não! Sou isso não senhor!! Mas que isso aqui ta me cheirando iguarzinho à minha egüinha Gertrudes depois da chuva, isso tá!
- Ai, que heresia! Valei-me São Mouton Rothschild!
- O senhor me desculpe, mas eu vi o senhor sacudindo o copo e enfiando o narigão lá dentro. O senhor está gripado, é?
- Não, meu amigo, são técnicas internacionais de degustação entende? Caso queira, posso ser seu mestre na arte enológica. O senhor aprenderá como segurar a garrafa, sacar a rolha, escolher a taça, deitar o vinho e, então...
- E intão moiá o biscoito, né? Tô fora, seu frutinha adamascada!
- O querido não entendeu. O que eu quero é introduzi-lo no...
- Mais num vai introduzi mais é nunca! Desafasta, coisa ruim!
- Calma! O senhor precisa conhecer nosso grupo de degustação. Hoje, por exemplo, vamos apreciar uns franceses jovens...
- Hã-hã... Eu sabia que tinha francês nessa história lazarenta...
- O senhor poderia começar com um Beaujolais!
- Num beijo lê, nem beijo lá! Eu sô é home, safardana!
- Então, que tal um mais encorpado?
- Óia lá, ocê tá brincano com fogo...
- Ou, então, um suave fresco!
- Seu moço, tome tento, que a minha mão já está coçando, de vontade de meter um tapa na sua cara desavergonhada!
- Já sei: iniciemos com um brut, curto e duro. O senhor vai gostar!
- Num vô não, fio de um cão! Mas num vô, memo! Num é questão de tamanho e firmeza, não, seu fióte de brabuleta. Meu negócio é outro...
- Então, vejamos, que tal um aveludado e escorregadio?
- E que tal a mão no pédovido, hein, seu fióte de Belzebu?
- Pra que esse nervosismo todo? Já sei, o senhor prefere um mole e redondo, com bouquet forte?
- Agora, ocê pulô o corguim! E é um... e é dois... e é treis! Num corre, não, fiodaputa! Vorta aqui que eu te arrebento, sua bicha fedorenta!
quinta-feira, 28 de março de 2013
Motivo das dores
O caipira vai ao médico reclamando de dores no pênis.
— Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? — pergunta o doutor, antes de examiná-lo.
— Assim de cabeça não sei contar não, seu doutô!
— Como não sabe contar?
— É que eu fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!
— Dez? — perguntou incrédulo o doutor. — Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?
— Agora facilitô! Ontem eu acordei de madrugada dei uma, de manhã, antes do café, dei outra; depois do café, mais uma; aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas dez horas a patroa foi me levar um lanchinho e...
— O senhor deu mais uma?
— Não, seu doutô! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra, tirei um cochilo, dei outra, vortei pro cafezal. Quando deu de tarde, fui pra casa e dei mais uma antes do jantar... aí fui dormi porque já estava ficando cansado!
— Então o senhor deu sete?
— Se não esqueci nenhuma...
— Então taí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sexo demais!
E o matuto:
— Ai, que alívio...
— Alívio? Por quê?
— Pensei que fosse as punhetas que eu toco quando tô no cafezal
— Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? — pergunta o doutor, antes de examiná-lo.
— Assim de cabeça não sei contar não, seu doutô!
— Como não sabe contar?
— É que eu fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!
— Dez? — perguntou incrédulo o doutor. — Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?
— Agora facilitô! Ontem eu acordei de madrugada dei uma, de manhã, antes do café, dei outra; depois do café, mais uma; aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas dez horas a patroa foi me levar um lanchinho e...
— O senhor deu mais uma?
— Não, seu doutô! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra, tirei um cochilo, dei outra, vortei pro cafezal. Quando deu de tarde, fui pra casa e dei mais uma antes do jantar... aí fui dormi porque já estava ficando cansado!
— Então o senhor deu sete?
— Se não esqueci nenhuma...
— Então taí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sexo demais!
E o matuto:
— Ai, que alívio...
— Alívio? Por quê?
— Pensei que fosse as punhetas que eu toco quando tô no cafezal
terça-feira, 19 de março de 2013
Falando difícil
Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Piauí, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.
Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.
Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.
Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens: o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota.
Não contendo a curiosidade, perguntou:
— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!
O calejado senhor respondeu:
— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!
Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.
Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.
Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens: o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota.
Não contendo a curiosidade, perguntou:
— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!
O calejado senhor respondeu:
— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!
terça-feira, 5 de março de 2013
Ficou difícil...
O caipira, vendo aquele mulherão em sua frente, não se conteve:
- Moça! Sô homi bom, trabaiadô. E quero saí cocê! Sô da roça mas tenho bom gosto...
A gostosona olha de cima abaixo, com ar de desdém. Dá uma risadinha de canto de boca e diz:
- Só fico com você se tiver uma Ranger, 500 cabeças de gado e um pinto de 25cm!
O caipira fica triste, abaixa a cabeça e começa a se afastar, enquanto responde:
- Bão... Vendê os outros carros e ficá só com a Ranger pode sê; vendê as 14.500 cabeças de gado pra ficá só cum 500 também dá; mas cortá meu pinto num corto não!
- Moça! Sô homi bom, trabaiadô. E quero saí cocê! Sô da roça mas tenho bom gosto...
A gostosona olha de cima abaixo, com ar de desdém. Dá uma risadinha de canto de boca e diz:
- Só fico com você se tiver uma Ranger, 500 cabeças de gado e um pinto de 25cm!
O caipira fica triste, abaixa a cabeça e começa a se afastar, enquanto responde:
- Bão... Vendê os outros carros e ficá só com a Ranger pode sê; vendê as 14.500 cabeças de gado pra ficá só cum 500 também dá; mas cortá meu pinto num corto não!
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
A vaca do cumpadre
- Minha vaca está doente! – diz o caipira para o compadre – Lembra quando a sua ficou doente? O que foi que você deu pra ela?
- Eu dei um pasto especial. – responde o compadre – Se quiser, eu lhe dou o que sobrou e você usa com sua vaca!
O caipira pega o pasto, agradece e vai embora.
Uma semana depois ele encontra de novo o compadre:
- Você não vai acreditar, compadre! – diz o caipira, triste e cabisbaixo – Eu dei o pasto à vaca e ela… – o caipira começa a chorar – ela morreu!
- Olha só que coincidência! A minha também!
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
O que mais gosta?
Um pesquisador fez um levantamento a nível nacional para saber as coisas que o homem brasileiro mais gostava. Em todos os cantos do pais a resposta era uma só:
- Dinheiro e mulher!
Em todos os estados da federação, os homens respondiam de pronto: “dinheiro e mulher”.
Quase ao final da pesquisa, ele encontrou um mineirinho do interior sentado de cócoras a beira da estrada pitando um cigarro de palha.
- Bom dia.
O mineirinho deu uma tragada, cuspiu de lado e respondeu: “dia.”
- Estou fazendo uma pesquisa para saber as coisas que o homem brasileiro mais gosta. O senhor pode me responder?
O mineirinho deu mais uma tragada e mais uma cuspida:
- Uai, só. As coisa que o homi mais gosta é “dinheiro, muié e bicho de pé”.
O pesquisador, estranhando a inclusão do item “bicho de pé” na resposta, perguntou:
- Olha, todo mundo falou dinheiro e mulher. Mas e bicho de pé?
Mais uma tragada e mais uma cuspidinha, o mineirinho retrucou:
- Uai, só. Que que a dianta nois ter dinheiro e mulher se o “bicho” não tiver de pé?
segunda-feira, 18 de junho de 2012
O papagaio
Um certo dia, um caipira que morava no interior decidiu vender o seu papagaio. Arrumou o bixo e foi para a cidade. No caminho, começou a chover e o caipira disse ” Oh chuvinha boa pra foder!!!” Mais adiante, a vaca que estava puxando a carreta pára e se deita, então o senhor disse ao touro que estava ao lado, “enfia o pau que ela levanta!!!”.
Chegando na cidade, o caipira levou o papaguaio à feira e uma freira se encantou pelo animal e o levou. A primeira coisa que ela fez foi leva-lo à igreja e o batizou.
Quando virou água benta no papagaio, o mesmo disse “Oh chuvinha boa pra foder!!!” e a freira desmaiou, logo em seguida chegou o padre e perguntou:
“O que aconteceu?”
E o papagaio respondeu:
“Enfia o pau que ela levanta!!!”
Chegando na cidade, o caipira levou o papaguaio à feira e uma freira se encantou pelo animal e o levou. A primeira coisa que ela fez foi leva-lo à igreja e o batizou.
Quando virou água benta no papagaio, o mesmo disse “Oh chuvinha boa pra foder!!!” e a freira desmaiou, logo em seguida chegou o padre e perguntou:
“O que aconteceu?”
E o papagaio respondeu:
“Enfia o pau que ela levanta!!!”
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
Preservativo defeituoso
O caipira entra no consultório médico, com a esposa e 9 crianças à tira-colo, querendo saber um jeito de não ter mais nenhum filho.
- O senhor usa preservativos? - pergunta o médico.
- Preservativo? Qui negócio é esse, Dotô?
Muito prestativo, o médico explicou o que era e até deu algumas camisinhas para o caipira, que saiu de lá feliz da vida.
Seis meses depois, ele volta ao consultório com a esposa grávida, reclamando:
- Seu Dotô! O seu remédio é uma porcaria! Nóis já vamo tê otra criança...
- Mas o senhor usou os preservativos? - perguntou o médico, preocupado.
- Craro que sim, dotô... Eu usava todo santo dia! Só tirava pra mijá e pra trepá!
- O senhor usa preservativos? - pergunta o médico.
- Preservativo? Qui negócio é esse, Dotô?
Muito prestativo, o médico explicou o que era e até deu algumas camisinhas para o caipira, que saiu de lá feliz da vida.
Seis meses depois, ele volta ao consultório com a esposa grávida, reclamando:
- Seu Dotô! O seu remédio é uma porcaria! Nóis já vamo tê otra criança...
- Mas o senhor usou os preservativos? - perguntou o médico, preocupado.
- Craro que sim, dotô... Eu usava todo santo dia! Só tirava pra mijá e pra trepá!
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