O caipira, vendo aquele mulherão em sua frente, não se conteve:
- Moça! Sô homi bom, trabaiadô. E quero saí cocê! Sô da roça mas tenho bom gosto...
A gostosona olha de cima abaixo, com ar de desdém. Dá uma risadinha de canto de boca e diz:
- Só fico com você se tiver uma Ranger, 500 cabeças de gado e um pinto de 25cm!
O caipira fica triste, abaixa a cabeça e começa a se afastar, enquanto responde:
- Bão... Vendê os outros carros e ficá só com a Ranger pode sê; vendê as 14.500 cabeças de gado pra ficá só cum 500 também dá; mas cortá meu pinto num corto não!
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terça-feira, 5 de março de 2013
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Cantada fail...
Um homem estava sentado no avião, ao lado de uma menininha. O cara olhou a criança e lhe disse:
- Vamos conversar? Tenho certeza que a viagem parecerá mais rápida.. O que você acha?
A menina, que acabava de abrir um livro para ler, o fechou lentamente e respondeu com voz suave:
- Sobre o que gostaria de conversar?
- Bom, não sei... - disse o homem. - Que tal física nuclear? - e mostrou um grande sorriso.
- Bem,- disse a pequena - Esse parece ser um tema interessante. Mas antes, gostaria de lhe fazer uma pergunta: o cavalo, a vaca e a ovelha comem a mesma coisa: capim, não é mesmo? Porém, o excremento da ovelha é um monte de pequenas bolinhas, o da vaca é uma pasta e o do cavalo é um monte de pelotas secas. Por que o senhor acha que isto acontece?
O cara, visivelmente surpreso com a inteligência da menina, pensou durante uns momentos e respondeu:
- Hmmm, não faço a menor idéia...
E então, a menininha disse:
- Sinceramente, como o senhor se sente qualificado para discutir física nuclear, se não entende de bosta nenhuma?
- Vamos conversar? Tenho certeza que a viagem parecerá mais rápida.. O que você acha?
A menina, que acabava de abrir um livro para ler, o fechou lentamente e respondeu com voz suave:
- Sobre o que gostaria de conversar?
- Bom, não sei... - disse o homem. - Que tal física nuclear? - e mostrou um grande sorriso.
- Bem,- disse a pequena - Esse parece ser um tema interessante. Mas antes, gostaria de lhe fazer uma pergunta: o cavalo, a vaca e a ovelha comem a mesma coisa: capim, não é mesmo? Porém, o excremento da ovelha é um monte de pequenas bolinhas, o da vaca é uma pasta e o do cavalo é um monte de pelotas secas. Por que o senhor acha que isto acontece?
O cara, visivelmente surpreso com a inteligência da menina, pensou durante uns momentos e respondeu:
- Hmmm, não faço a menor idéia...
E então, a menininha disse:
- Sinceramente, como o senhor se sente qualificado para discutir física nuclear, se não entende de bosta nenhuma?
sexta-feira, 29 de junho de 2012
Cantada perfeita
Jorge, 40 anos, executivo, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e maravilha-se com uma deusa sentada junto à janela.
Após 15 minutos de vôo ele não se contém:
- É a 1ª vez que vai a New York?
- Não, é uma viagem habitual.
- Trabalha com moda?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.
- Suas pesquisas dedicam-se, a quê?
- No momento, pesquiso as características do membro masculino.
- A que conclusão chegou?
- Que os Índios são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras... Desculpe-me senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome...
- Mohammed Pataxó!
Após 15 minutos de vôo ele não se contém:
- É a 1ª vez que vai a New York?
- Não, é uma viagem habitual.
- Trabalha com moda?
- Não, viajo em função de minhas pesquisas. Sou sexóloga.
- Suas pesquisas dedicam-se, a quê?
- No momento, pesquiso as características do membro masculino.
- A que conclusão chegou?
- Que os Índios são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito. Logo, são eles que proporcionam mais prazer às suas parceiras... Desculpe-me senhor, eu estou aqui falando mas não sei o seu nome...
- Mohammed Pataxó!
segunda-feira, 21 de maio de 2012
O presente
O namorado está em Nova Iorque e resolve mandar uma lembrança para a namorada.
Entra em uma loja e escolhe um finíssimo par de luvas. Pede para a balconista embrulhar enquanto vai ao caixa.
Descuidadamente, a balconista entrega-lhe outro embrulho, com uma calcinha de nylon.
Sem saber do engano, o namorado envia o presente com um bilhete:
"Querida: para mostrar que, mesmo estando longe, não me esqueço de você, envio-lhe esta surpresa; mesmo sabendo que você não usa ao menos eu nunca vi.
Gostaria de estar aí para ajudá-la a vestir.
Fiquei em dúvida quanto à cor, mas a balconista disse que esta não descora nem mancha.
Ela experimentou para eu ver e ficou muito bem, apenas um pouco larga na frente, mas ela disse que é para os dedos mexerem mais à vontade e a mão entrar mais facilmente.
Depois de usá-la, vire pelo avesso e ponha talco para evitar o mau cheiro.
Espero que fique satisfeita tanto quanto eu, pois ela vai cobrir aquilo que em breve lhe pedirei."
Entra em uma loja e escolhe um finíssimo par de luvas. Pede para a balconista embrulhar enquanto vai ao caixa.
Descuidadamente, a balconista entrega-lhe outro embrulho, com uma calcinha de nylon.
Sem saber do engano, o namorado envia o presente com um bilhete:
"Querida: para mostrar que, mesmo estando longe, não me esqueço de você, envio-lhe esta surpresa; mesmo sabendo que você não usa ao menos eu nunca vi.
Gostaria de estar aí para ajudá-la a vestir.
Fiquei em dúvida quanto à cor, mas a balconista disse que esta não descora nem mancha.
Ela experimentou para eu ver e ficou muito bem, apenas um pouco larga na frente, mas ela disse que é para os dedos mexerem mais à vontade e a mão entrar mais facilmente.
Depois de usá-la, vire pelo avesso e ponha talco para evitar o mau cheiro.
Espero que fique satisfeita tanto quanto eu, pois ela vai cobrir aquilo que em breve lhe pedirei."
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Boas respostas para cantadas ruins
– Oi gata… Qual é seu telefone?
– Nokia. E o seu?
– Uau! Isso aqui é uma calçada ou uma passarela de moda?
– Hum, agora você me pegou… É que eu não sou daqui. Então não sei te informar…
– Eu não tiro o olho de você!
– Ainda bem, né? Senão eu fico cega!
– Nossa! Eu não sabia que boneca andava!
– Sério? Nossa, você tá por fora, hein? Já tem até Barbie que anda de bicicleta!
– Que curvas, hein!
– Nem me fala… Eu bati o carro 7 vezes pra chegar nessa festa!
– Esse seu vestido vai ficar lindo jogado no chão do meu quarto!
– Quer comprar um igual pra fazer um tapete? Eu te indico a loja…
– Meu coração disparou quando eu te vi!
– Socorro! Alguém ajude! O moço está tendo um ataque cardíaco!
– Eu quero o seu amor, gata!
– Espera só um pouquinho… Amô-or! Tem um moço aqui querendo você!
– Quer beber alguma coisa?
– Ai, que bom que você apareceu, garçom!
– Me dá seu telefone, vai!?
– Socorro ! Um assalto!
– Nokia. E o seu?
– Uau! Isso aqui é uma calçada ou uma passarela de moda?
– Hum, agora você me pegou… É que eu não sou daqui. Então não sei te informar…
– Eu não tiro o olho de você!
– Ainda bem, né? Senão eu fico cega!
– Nossa! Eu não sabia que boneca andava!
– Sério? Nossa, você tá por fora, hein? Já tem até Barbie que anda de bicicleta!
– Que curvas, hein!
– Nem me fala… Eu bati o carro 7 vezes pra chegar nessa festa!
– Esse seu vestido vai ficar lindo jogado no chão do meu quarto!
– Quer comprar um igual pra fazer um tapete? Eu te indico a loja…
– Meu coração disparou quando eu te vi!
– Socorro! Alguém ajude! O moço está tendo um ataque cardíaco!
– Eu quero o seu amor, gata!
– Espera só um pouquinho… Amô-or! Tem um moço aqui querendo você!
– Quer beber alguma coisa?
– Ai, que bom que você apareceu, garçom!
– Me dá seu telefone, vai!?
– Socorro ! Um assalto!
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Cantando o garçon
Uma mulher lindíssima e atraente está sentada em um restaurante.
Ela gesticula graciosamente para o garçom que imediatamente se aproxima.
Quando ele chega, ela muito sedutora, faz sinal para que ele se aproxime mais.
Ela começa a acariciar-lhe o cabelo e barba, passando e repassando os dedos carinhosamente, e pergunta-lhe:
- Você é o proprietário? – passando vagarosamente as mãos pelo seu rosto.
- Não! – responde ele.
- Você poderia chamá-lo? Preciso falar com ele! – diz ela afagando o cabelo do garçom com uma voz muito suave e doce.
- Acho que não poderei ajudá-la, pois ele não virá aqui hoje. – diz o garçom já completamente excitado com a situação. - Posso fazer algo para ajudá-la? – pergunta ele.
- Claro que pode! Preciso que lhe dê um recado – diz ela, massajando-lhe a barba e enfiando dois dedos na boca dele, deixando que ele os chupe levemente.
- Diga ao proprietário que não tem papel higiênico e nem sabonete para lavar as mãos, no banheiro feminino!
Ela gesticula graciosamente para o garçom que imediatamente se aproxima.
Quando ele chega, ela muito sedutora, faz sinal para que ele se aproxime mais.
Ela começa a acariciar-lhe o cabelo e barba, passando e repassando os dedos carinhosamente, e pergunta-lhe:
- Você é o proprietário? – passando vagarosamente as mãos pelo seu rosto.
- Não! – responde ele.
- Você poderia chamá-lo? Preciso falar com ele! – diz ela afagando o cabelo do garçom com uma voz muito suave e doce.
- Acho que não poderei ajudá-la, pois ele não virá aqui hoje. – diz o garçom já completamente excitado com a situação. - Posso fazer algo para ajudá-la? – pergunta ele.
- Claro que pode! Preciso que lhe dê um recado – diz ela, massajando-lhe a barba e enfiando dois dedos na boca dele, deixando que ele os chupe levemente.
- Diga ao proprietário que não tem papel higiênico e nem sabonete para lavar as mãos, no banheiro feminino!
terça-feira, 17 de agosto de 2010
O NÁUFRAGO
Um analista de sistemas meio introvertido finalmente estava começando a desfrutar da sua viagem de férias, quando um furacão virou o navio como se fosse uma caixa de fósforos. O rapaz conseguiu agarrar-se a um salva-vidas e chegar a uma ilha aparentemente deserta e muito escondida.
Deparou com uma cena belíssima: cachoeira, bananas, coqueiros... mas quase nada além disso. Ele se sentiu desesperado e completamente abandonado...
Vários meses se passaram... Um belo dia apareceu, remando um bote, uma belíssima moça. Uma mistura de Gisele Bünchen com Gisele Itié, num traje a la Jane, pra lá de provocante.
A moça começou uma conversa:
- Olá! Eu sou do outro lado da ilha. Você também estava no cruzeiro?
- Estava! Mas onde você conseguiu esse bote?
- Simples! Tirei alguns galhos de árvores, sangrei alguma borracha, reforcei os galhos, fiz a quilha e os remos com madeira de eucalipto.
- Mas... com que ferramentas?
- Bem, achei uma camada de material rochoso, evidentemente formada por aluviões. Eu descobri que esquentando este material a uma certa temperatura, ele assumia uma forma muito maleável. Mas chega disso! Onde você tem vivido esse tempo todo? Não vejo nada parecido com um teto....
- Na verdade, tenho dormido na praia.
- Quer vir à minha casa?
O analista de sistemas ficou meio sem jeito, mas aceitou. A moça remou com extrema destreza ao redor da ilha. Quando chegou no "seu" lado, amarrou a canoa com uma corda que mais parecia uma obra prima de artesanato.
Os dois caminharam por uma passarela de pedras construída pela moça e depararam, atrás de um coqueiro, com um lindo chalé pintado de azul e branco.
- Não é muito, disse ela, mas eu o chamo de "lar".
Já dentro, ela convidou:
- Sente-se, por favor. Aceita um drinque?
- Não, obrigado! Não agüento mais água de coco!
- Mas não é água de coco! Eu tenho um alambique meio rudimentar lá fora, de forma que podemos tomar pinhas-coladas autênticas!
Tentando esconder a surpresa, o analista aceitou. Sentaram no sofá dela para conversar. Depois de contarem suas histórias, a moça perguntou:
- Você sempre teve barba?
- Não. Toda a vida eu andei bem barbeado.
- Bom, se quer se barbear tem uma navalha lá em cima, no armarinho do banheiro.
O homem achou que a moça estava de sacanagem, mas lá foi ele assim mesmo.
Lá em cima, surpreso, fez a barba com um complicado aparelho feito de osso e conchas, tão afiado quanto uma navalha. A seguir, tomou um bom banho, sem nem querer arriscar palpites sobre como ela tinha água quente no banheiro.
Desceu a escada sem poder deixar de se maravilhar com o acabamento do corrimão. Que mulher!
- Você ficou ótimo! Vou lá em cima também me trocar por algo mais confortável.
Nosso herói continuou bebericando sua piña colada. Em instantes, a moça estava de volta, com um delicioso perfume de gardênias, e vestindo um estonteante e revelador robe, muito bem trabalhado em folhas de
palmeira.
- Bem... - disse ela... ambos temos passado um longo tempo sem qualquer companhia... Você não tem se sentido solitário? Há alguma coisa de que você sente muita saudade? O que lhe faz muita falta e que todos os homens e mulheres precisam?
- Mas é claro! - disse ele esquecendo um pouco sua timidez. Tem algo que venho querendo todo esse tempo. Mas aqui... nesta ilha... sabe como é .... é simplesmente impossível.
- Olha, - disse ela - já não é mais impossível, se é que você me entende...
O rapaz, tomado de uma excitação incontrolável, diz:
- Não acredito! Você está querendo me dizer que ... bolou um jeito de pegar os seus e-mails aqui, na ilha?
Deparou com uma cena belíssima: cachoeira, bananas, coqueiros... mas quase nada além disso. Ele se sentiu desesperado e completamente abandonado...
Vários meses se passaram... Um belo dia apareceu, remando um bote, uma belíssima moça. Uma mistura de Gisele Bünchen com Gisele Itié, num traje a la Jane, pra lá de provocante.
A moça começou uma conversa:
- Olá! Eu sou do outro lado da ilha. Você também estava no cruzeiro?
- Estava! Mas onde você conseguiu esse bote?
- Simples! Tirei alguns galhos de árvores, sangrei alguma borracha, reforcei os galhos, fiz a quilha e os remos com madeira de eucalipto.
- Mas... com que ferramentas?
- Bem, achei uma camada de material rochoso, evidentemente formada por aluviões. Eu descobri que esquentando este material a uma certa temperatura, ele assumia uma forma muito maleável. Mas chega disso! Onde você tem vivido esse tempo todo? Não vejo nada parecido com um teto....
- Na verdade, tenho dormido na praia.
- Quer vir à minha casa?
O analista de sistemas ficou meio sem jeito, mas aceitou. A moça remou com extrema destreza ao redor da ilha. Quando chegou no "seu" lado, amarrou a canoa com uma corda que mais parecia uma obra prima de artesanato.
Os dois caminharam por uma passarela de pedras construída pela moça e depararam, atrás de um coqueiro, com um lindo chalé pintado de azul e branco.
- Não é muito, disse ela, mas eu o chamo de "lar".
Já dentro, ela convidou:
- Sente-se, por favor. Aceita um drinque?
- Não, obrigado! Não agüento mais água de coco!
- Mas não é água de coco! Eu tenho um alambique meio rudimentar lá fora, de forma que podemos tomar pinhas-coladas autênticas!
Tentando esconder a surpresa, o analista aceitou. Sentaram no sofá dela para conversar. Depois de contarem suas histórias, a moça perguntou:
- Você sempre teve barba?
- Não. Toda a vida eu andei bem barbeado.
- Bom, se quer se barbear tem uma navalha lá em cima, no armarinho do banheiro.
O homem achou que a moça estava de sacanagem, mas lá foi ele assim mesmo.
Lá em cima, surpreso, fez a barba com um complicado aparelho feito de osso e conchas, tão afiado quanto uma navalha. A seguir, tomou um bom banho, sem nem querer arriscar palpites sobre como ela tinha água quente no banheiro.
Desceu a escada sem poder deixar de se maravilhar com o acabamento do corrimão. Que mulher!
- Você ficou ótimo! Vou lá em cima também me trocar por algo mais confortável.
Nosso herói continuou bebericando sua piña colada. Em instantes, a moça estava de volta, com um delicioso perfume de gardênias, e vestindo um estonteante e revelador robe, muito bem trabalhado em folhas de
palmeira.
- Bem... - disse ela... ambos temos passado um longo tempo sem qualquer companhia... Você não tem se sentido solitário? Há alguma coisa de que você sente muita saudade? O que lhe faz muita falta e que todos os homens e mulheres precisam?
- Mas é claro! - disse ele esquecendo um pouco sua timidez. Tem algo que venho querendo todo esse tempo. Mas aqui... nesta ilha... sabe como é .... é simplesmente impossível.
- Olha, - disse ela - já não é mais impossível, se é que você me entende...
O rapaz, tomado de uma excitação incontrolável, diz:
- Não acredito! Você está querendo me dizer que ... bolou um jeito de pegar os seus e-mails aqui, na ilha?
sábado, 14 de agosto de 2010
Cantada com SENHA!
Uma engenheira de informática boazuda estava ajudando um colega da empresa, a configurar o computador e perguntou-lhe que senha ele queria utilizar.
O homem, tentando cantá-la, disse:
- Pênis.
Ela, sem dizer uma palavra e sem rir ou se irritar, introduziu a senha.
Mas não conseguiu resistir e caiu num acesso de riso quando o computador deu a resposta:
”SENHA REJEITADA: TAMANHO INSUFICIENTE”
O homem, tentando cantá-la, disse:
- Pênis.
Ela, sem dizer uma palavra e sem rir ou se irritar, introduziu a senha.
Mas não conseguiu resistir e caiu num acesso de riso quando o computador deu a resposta:
”SENHA REJEITADA: TAMANHO INSUFICIENTE”
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
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