Essa é antiga, mas ainda é boa...
Com o fim da guerra fria, começou uma época de colaboração entre russos e norte-americanos na exploração espacial. E, em um desses encontros, enquanto faziam anotações, o cosmonauta russo elogiou seu colega dos Estados Unidos:
— Bela caneta.
— Pois é, esta caneta representa toda a genialidade, criatividade e engenhosidade de meu país.
— É mesmo?
— É. No primeiro dia no simulador de gravidade zero, notamos que as canetas esferográficas não funcionavam, pois a tinta não fluía. Aí, contratamos uma empresa de consultoria para resolver o problema. Demorou quase uma década e foram investidos 12 milhões de dólares, mas valeu a pena. Esta belezinha escreve em gravidade zero, de ponta-cabeça, em uma infinidade de superfícies e funciona tão bem em temperaturas polares como a 300ºC.
— Puxa!, disse o russo. Aconteceu o mesmo conosco. No primeiro dia no simulador de gravidade zero, notamos que as canetas esferográficas não funcionavam, pois a tinta não fluía.
— E aí, como resolveram o problema?
— Passamos a usar lápis.
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